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UEC x Tupi!

Foi um jogo tenso. Verde tocando a bola com cuidado. Afinal, o Gigante da
Floriano Peixoto precisava somente de um pontinho de ouro para sua
ascensão à Série B do Brasileirão. Mesmo assim, o Furacão criou
inúmeras situações agudas de gols. O arqueiro Paulo Henrique, do Tupi,
foi bastante exigido. Veio o segundo tempo. O UEC, ousadamente, tirou seu
volante Rogério, substituindo-o pelo travesso Marco Nunes.
O sufoco se agravou. O técnico Ailton, juiz-forano, recuou ainda mais
seus onze atletas. Até seu centroavante se tornou beque, atirando bola
pro mato e a todo lado.
O castigo não tardou. Aos 33 minutos do segundo tempo, um cruzamento
divino da direita e uma casquinha sutil de Schumacher deram a chance de
Marco Goiano, de cuca legal, estufar as redes de Paulo Henrique, que,
batido, nada pode fazer.
Após o gol, o Verdão prosseguiu seu massacre e brincando de perder
gols.
Como o futebol não perdoa e não suporta desaforo, no seu único chute
a gol, o Tupi, aos 33 minutos do segundo tempo, fez 1 a 1, numa jogada
individual da esquerda.
Não sentindo o golpe, o Periquito continuou na ofensiva e jogando fora
gols feitos.
Contente, o Tupi abusou do cai-cai e seu goleiro exagerando no antijogo da cera.
Felizes da vida, as arquibancadas cantavam enaltecendo seu time do
coração.
Com o empate, o Furacão conseguiu seu sonho do ano. Finalmente,
disputará uma competição nacional, em que é tradicional fazer ótimas
campanhas.
A Diretoria, na sua discrição, ouvindo e agindo mais do que falando,
cumpriu seu papel.
2017 é um ano de eleições e os novos dirigentes eleitos serão os
comandantes no novo desafio num certame brasileiro. Terão nas mãos um
time com contas redondas, torcida empolgada e credibilidade com os
patrocinadores. Vamos torcer para que essa escolha seja iluminada pelos
deuses do futebol.

Parabéns à Nação Esmeraldina por esse grande feito!

Texto: Lucimar César

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