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Uberlândia recebe 4ª Mostra de Teatro Casa Aberta

Ao todo, serão sete finais de semana de atividades contínuas que vão até o dia 11 de junho.

A partir de sexta-feira (28/04), Uberlândia vai receber a 4ª Mostra de Teatro Casa Aberta, realizada pela Trupe de Truões com patrocínio do Instituto Algar por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais.

Ao todo, serão sete finais de semana de atividades contínuas que vão até o dia 11 de junho, envolvendo cinco peças teatrais selecionadas e duas dos grupos convidados, Cia Paidéia de Teatro (SP) e Luna Lunera (BH).

“Grupos e/ou artistas que quiserem participar da Mostra ainda podem se inscrever até sexta (28) pelo blog Trupe de Truões. A divulgação dos selecionados acontecerá na semana do dia 1º de maio”, informa Amanda Barbosa, integrante da Trupe de Truões, que comemora com a 4ª Mostra Casa Aberta 15 anos de história, com promoção de ações e troca de experiências acerca de modos de criação, produção e manutenção de grupos e coletivos artísticos, com formação de público e gestores culturais.

Confira a programação do fim de semana:

As primeiras ações da 4ª Mostra Casa Aberta trazem como convidado a Cia Paidéia de Teatro, de São Paulo, com as seguintes atividades:

28/04 – 18h às 22h

Oficina “O jogo e a história – o fazer teatral para a infância e juventude”
Quem pode participar? Jovens e adultos com ou sem experiência em teatro.
Inscrições pelo blog www.trupedetruoes.blogspot.com.br até dia 27/04.

29/04 às 20h e 30/04 às 19h

Espetáculo “Histórias que o vento traz”
Ingresso: R$ 10 (inteira) R$ 5 (meia) no Ponto dos Truões.

29/04 – 20h (logo após o espetáculo)

Bate papo com a Cia Paidéia aberto ao público em geral.

A 4ª Mostra Casa Aberta acontecerá integralmente no Ponto dos Truões, que fica na Av. Ana Godoy de Souza, 381. Santa Mônica.

Sobre o espetáculo “Histórias que o vento traz”

O vento traz consigo quatro andarilhos, e com eles, histórias do mundo. Duas destas histórias vêm da África: uma etíope, contando o destino de um pai e seus três irmãos que devem decidir sobre seu futuro; a outra, de Camarões, traz a inesperada situação de um elefante que perde seu olho. A terceira história vem da Índia e a quarta, quem saberá de onde? O vento, o aqui e agora, o narrar e a música são elementos-chave neste espetáculo teatral que explora a dimensão essencial do narrador no trabalho de atuação.

Ficha Técnica: Direção e texto: Amauri Falseti // Direção musical e músico: Marcos Iki
Cenário e figurino: Aglaia Pusch // Iluminação: Rogério Modesto // Elenco: Carolina Chmielewski, Rogério Modesto e Suzana Azevedo.
Classificação: Livre
Duração: 60 min

Texto: Ciclo Comunicação

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