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Entusiasta em games inaugura coluna no O Jornal de Uberlândia

Lucas Luz é entusiasta de games

Quem já passou dos trinta sabe e vai reviver um sentimento nostálgico ao que vou escrever: sua primeira vez no mundo dos jogos eletrônicos é inesquecível. Os mais novos também vão se lembrar, principalmente das febres de joguinhos em novas plataformas móveis e/ou a revolução do Nintendo Wii.

Minha “timelime” começou no início dos anos 90, na segunda geração do mercado de games, com um console Atari 2600 que me consumiu horas e horas do meu dia em jogos como Space Invaders, Pong, PacMan, entre outros. Além, é claro, de outras tantas horas na configuração do dispositivo que regulava antena/cabo da TV (quem não se lembra dele?).

 

 

Posteriormente, aqui em Uberlândia, surgiu o boom das lojas especializadas em aluguéis de cartuchos e periféricos, além dos famosos Arcades (que abrasileiramos para Fliperamas). As tardes de sexta-feira eram quase sempre destinadas a encontros com amigos nas lojas de aluguéis e, claro, à locação de um ou mais cartuchos para a diversão do fim de semana.

Consoles da quarta geração, como Sega Megadrive, Super Nintendo e Master System eram como times de futebol e seus fiéis torcedores. Eu, por exemplo, era “megadriveiro”. Adorava jogos como as sagas: Sonic, Streets of Rage, os poderosos Golden Axe (que, para mim, até hoje, é uma das melhores trilhas sonoras de todos os tempos), os difíceis Shinobi, Castlevania e o lendário “joguinho do Mickey”, Castle of Illusion. Cada clássico…

Sim, também gostava dos soberbos jogos da Nintendo e seus: Super Mario Bros, Donkey Kong Country, Zelda, Final Fantasy, Mortal Kombat e afins. Cada um melhor que o outro!

Já no final da década de 90 e começo dos anos 2000 tivemos a introdução da sexta geração mercadológica, com novas plataformas digitais, a quase extinção dos cartuchos, que foram substituídos por CD-rooms, e a inovação dos jogos online. Aí o “bicho pegou”…

A inicialização neste novo mundo virtual se deu através de jogos de estratégia, como o insubstituível Starcraft e nossas LAN parties. Depois veio DOOM, Quake, Unreal e o mais bem-sucedido: Counter Strike.

Atualmente, estamos na oitava geração desse mercado fascinante e que movimenta bilhões de dólares. Consoles como Playstation 4, Xbox One, PCs e o novíssimo Nintendo Switch, além das plataformas móveis, nos maravilham até hoje com jogos estupendos graficamente, divertidos e que tentam maximizar todas as inovações anteriores.

Por fim, gostaria de agradecer pelo espaço aqui concedido pelo O Jornal de Uberlândia, e a oportunidade de trazer novidades desse mundo maravilhoso que é o de games eletrônicos. Até a próxima, fãs de games!

Texto: Lucas Luz, entusiasta de games

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6 comments

  1. Me fez lembrar do extinto, morto e enterrado Dreamcast. Jogava demais King of Fighters VS Street Fighter. Iori, manda!!

    1. De King of Fighters eu gostava muito de jogar com a Mai Shiranui…ahahaha. Valeu, Tissa!

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