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Liga de Futebol 7: no masculino, UFU é eliminada e semifinal será entre DF, RN e CE

Foto: Divulgação

O primeiro jogo masculino da noite desta quinta-feira, 22, pela Liga do Desporto Universitário de Futebol 7, aconteceu entre a Universidade de Brasília (UnB) e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). O resultado é um retrato fiel à partida: 2 a 2.

Quem estava assistindo não conseguia desviar o foco. As jogadas habilmente armadas pelos dois times cativavam o olhar da arquibancada. Paciência nos toques de bola, passes rápidos, vontade de jogar, duas defesas bem postas, dois ataques bem articulados. Os que acompanhavam a partida, mesmo sem torcer para uma das equipes, aguardavam o momento de finalmente poder gritar gol. Ele demorou, mas chegou. Ainda no primeiro tempo, num desvio de bola, a UFRN abriu o marcador. Era o fim da etapa, poucos minutos para o apito soar. Mesmo assim, ainda deu tempo de o camisa 10 da UnB, Raphael Thimotheo, empatar. Chute forte e preciso no canto superior direito da rede: 1 a 1.

Mais uma vez o apito soou. Agora, para a bola rolar. Cautela, respeito, equilíbrio. Com o shoot out a favor do time norte-rio-grandense, parecia que o primeiro tempo se repetiria. Com a autorização do juiz, a UFRN correu; a plateia universitária esperava gritar gol pela terceira vez ao fim daqueles eternos cinco segundos. “Aqui tem goleiro!”, gritou um jogador brasiliense, após a bela saída do camisa um. O jogo seguiu e, novamente, o camisa 10 marcou: 2×1, de virada. Comemoração intensa de Brasília. Mas, assim como na primeira etapa, havia tempo para mais um gol. Insistência da UFRN e um chute forte de fora da área: 2 a 2, placar final.

Raphael Thimotheo explica que “precisava muito desse resultado. Se a gente perdesse, poderia estar fora da Liga. Fizemos mais faltas, mas conseguimos segurar bem”. E, sobre o próximo jogo, afirma que “temos segurança para seguir na competição”.

A última bola da noite rolou entre os donos da casa, Universidade Federal de Uberlândia (UFU), e a Universidade Federal do Ceará (UFC). Além do nervosismo uberlandense, a agilidade dos visitantes fez diferença na vitória de 4 a 1.

Os primeiros minutos foram pegados. Chutões dos dois lados, poucas chances reais de gol. Levou algum tempo até que os dois times conseguissem trabalhar com a bola no chão, criando jogadas de perigo. Nessa tentativa, quem levou a melhor foram os cearenses. Depois do primeiro gol, o suspiro de alívio mudou o ritmo do jogo. Qualquer equilíbrio existente até então, desapareceu. Eles dominaram o jogo. Fim dos primeiros 25 minutos: 2 a 0.

A vantagem do time da casa era a arquibancada. Fissurada, nada econômica nos gritos, viu a chance do primeiro gol no shoout out marcado a favor da equipe. Início da segunda etapa, dava tempo de uma reação. Corrida em direção ao gol, chute para fora. Decepção. Abertura de espaço para a UFC ampliar: 3 a 0. Bola na rede, era a UFU diminuindo: 3 a 1. O camisa 10 uberlandense perdeu a cabeça durante o jogo e, depois de várias faltas duras, foi convidado a se retirar do campo com um cartão de cor vermelha. Expulso. Finalzinho do jogo, mais um: 4 a 1 para os cearenses.

Paulo Roney, autor do último gol, conta que “a responsabilidade era de se classificar em primeiro no grupo. Mesmo com a vantagem – a gente podia empatar ou até perder por uma diferença pequena – era importante vencer para manter a equipe num espírito bom”.

Nesta sexta-feira, os jogos terão transmissão ao vivo através do Facebook da CBDU.

Confira aqui a programação completa.

 

Texto: Ascom CBDU

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