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Vem aí o novo Destiny!

Foto: Divulgação

Confesso: é mais um game pós-apocalítico que envolve ficção científica pura, temperos míticos e pitadas de religião. Aliás, sou fã de qualquer ambiente fictício com sabores de Aldous Huxley, George Lucas ou Ridley Scott. Só reparar que já escrevi sobre DOOM, Starcraft e NieR. Lógico, para completar a receita necessitamos de uma boa mistura na trilha sonora. E sabe quem é o chef que assina a do primeiro Destiny? Apenas um cozinheiro conhecido como Paul McCartney.

Destiny é um jogo shooter em primeira pessoa online, Co-op (cooperativo) e com linhas de MMO (Massively Multiplayer Online). Na verdade, o game foi um dos fundadores desse novo estilo de FPS em mundo aberto sempre online. Foi produzido pela Bungie e distribuído pela gigante Activision, sendo lançado em setembro de 2014 para as plataformas PS3 e PS4/Xbox360 e XboxOne. Foi considerado o primeiro grande jogo da atual geração dos consoles, principalmente pelo seu inovador motor gráfico. É bem legal ver as cenas cinematográficas do game.

A história de Destiny se passa a daqui 700 anos, quando os humanos, em uma Era Dourada, já tinham tecnologia e capacidade de exploração intergaláctica, colonizando planetas no Sistema Solar. Mas tudo muda quando os humanos encontram o “Viajante” e a novas raças alienígenas. Um evento conhecido como “O Colapso” fez as colônias desaparecerem e colocou a humanidade muito perto da sua extinção. A partir daí começa toda uma batalha dos Guardiões da última cidade contra diversos seres encontrados após o Colapso.

Batalha típica de Destiny Foto: Divulgação

A trilha sonora do game contém 44 canções instrumentais e foi composta pelo grupo integrado por Martin O’Donnell, C. Paul Johnson, Michael Salvatori e, lógico, Sir Paul McCartney. Paul escreveu e desempenhou a canção “Hope for the Future“, música tema do final do jogo.

Destiny teve um dos lançamentos mais lucrativos (provavelmente ainda está entre os primeiros) da indústria de videojogos. Foram arrecadados, apenas nos dois primeiros dias, quase $350 milhões de dólares. Foram registrados mais de 20 milhões de jogadores em todo o mundo. Há boatos de que o jogo consumiu mais de $500 milhões de dólares em sua produção e distribuição, tornando-se assim o game mais caro da história. Destiny foi premiado pela British Academy of Film and Television Arts (BAFTA) como melhor jogo de 2015.

Foram lançados posteriormente mais quatro DLCs (Escuridão Subterrânea, A Casa dos Lobos, O Rei dos Possuídos e Ascensão do Ferro), complementando a história do jogo. Uma crítica que a produtora Bungie recebeu foi exatamente essa escolha na estratégia de sobrevivência das vendas do game através de microtransações nas expansões. Na verdade, foi um grande erro de marketing, já que o game ficou com a fama de repetitivo, sem as histórias complementares.

Está prevista uma sequência do jogo ainda neste ano de 2017, com lançamento marcado para 8 de setembro para XboxOne e PS4 e posteriormente, em outubro, para PC/Battle.net.

Destiny 2 promete ser uma continuação bem divertida e tenta não cometer o mesmo erro do precursor. A Bungie prometeu uma overdose de história para o novo jogo e vai lançar uma versão beta aberta dia 21 de julho para os consoles.

Segue o Trailer de Destiny 2

 

Texto: Lucas Luz
Entusiasta de Games

 

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