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Grupo político do Legislativo troca líder e vereador pede suspensão de pagamentos a escritório de advocacia

Fotos: Denilton Guimarães / CMU

O bloco parlamentar Juntos por Uberlândia, composto pelos partidos PMB, PRB, PRP e Solidariedade, apresentou nesta quinta-feira uma mudança em seus quadros. O vereador Thiago Fernandes, que era o líder, renunciou ao cargo. Em seu lugar, assumiu o vereador Paulo César (PC). A decisão ocorreu após uma reunião dos integrantes. Além de Fernandes e PC, participam do bloco os vereadores Ismar Prado, Isaac Cruz e Juliano Modesto.

É a partir da formação dos blocos que saem os indicados para ocupar as comissões das Casas de Lei. Atualmente, Fernandes é presidente da Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara. A Câmara de Uberlândia conta atualmente com quatro blocos políticos.

Motivo da renúncia – O vereador Thiago Fernandes disse que a renúncia se deve ao acúmulo de funções que ele está tendo na Comissão de Finanças e Orçamentos, no trabalho de fiscalização do Executivo e nas visitas externas. Ele lembrou que a cada ano ocorre uma troca na liderança e com a renúncia ocorreu uma antecipação dessa mudança.

Menos confronto e mais diálogo – O vereador Paulo César disse que seu nome foi escolhido devido à postura, o diálogo, o respeito e a comunicação entre os membros. ‘Esse vai ser o nosso perfil de trabalho, o diálogo, a conciliação e a busca de resultados práticos”, afirmou.

Diminuição das Divergências – Ao usar a tribuna da Casa de Leis, o vereador Juliano Modesto destacou que divergências políticas sempre vão existir na Câmara. Entretanto, o edil ressaltou que o objetivo é buscar a unidade do grupo, reduzindo as divergências. Modesto disse confiar que o PC fará o melhor pelo grupo e pela cidade.

Suspensão dos pagamentos – O vereador Adriano Zago apresentou ofício ao MPE (Ministério Público Estadual), na tarde desta quinta-feira (10). Ele solicita ao MPE, uma medida cautelar de suspensão dos pagamentos da prefeitura e do Dmae (Departamento Municipal de Água e Esgoto) para o escritório de advocacia Ribeiro Silva referentes ao contrato em que o órgão recomendou a rescisão do contrato.

Destituição dos membros – A suspensão dos pagamentos se refere ao período em que a comissão realiza a análise da recomendação do MPE. “Nada mais justo do que suspender os pagamentos enquanto esta comissão não apresentar o seu parecer, bem como a destituição dos dois membros que fazem parte da comissão, sendo que um deles é ex-sócio do escritório investigado e o outro foi assessor parlamentar do deputado Arnaldo Silva”, afirmou Zago.

 

Texto: Leonardo Leal

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