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Três produtores de Uberlândia concorrem ao melhor queijo da região

Jurados do 2º Concurso Regional do Queijo Minas Artesanal vão avaliar as peças no dia 5 de setembro durante o Camaru 2017 

Foto: Divulgação

O 2º Concurso Regional do Queijo Minas Artesanal – realizado pela Emater e apoiado pela prefeitura, por meio da Secretaria de Agropecuária, Abastecimento e Distritos – acontece em Uberlândia. Nesta edição, oito produtores da região do Triângulo Mineiro concorrerão ao título de Melhor Queijo Minas Artesanal. Uberlândia terá três produtores disputando o concurso. As apresentações dos queijos concorrentes e as avaliações serão no dia 5 de setembro, às 15, no Espaço Gastronômico Rural no Camaru 2017.

Os vencedores dos concursos das sete regiões produtoras de queijo Minas (Araxá, Campo das Vertentes, Canastra, Cerrado, Serra do Salite, Serro e Triângulo), realizados pela Emater, vão disputar o 11º Concurso Estadual do Queijo Minas Artesanal, que acontece em 2018.

Queijo Minas Artesanal

A produção e venda do queijo Minas artesanal é a principal fonte de renda para cerca de 30 mil pequenos produtores de, aproximadamente, 600 municípios mineiros, de acordo com a Emater. Feito a partir do leite cru, o queijo minas artesanal é fabricado há mais de 300 anos em algumas partes do estado. Na região de Uberlândia, a produção teve início com os tropeiros e era considerada uma importante moeda de troca no escambo.

“Ele foi tombado como Patrimônio Cultural e Imaterial Brasileiro. Hoje o queijo minas artesanal tem chegado aos maiores restaurantes do país e os melhores chefes de cozinha utilizam o produto. Os produtores interessados em regularizar sua atividade e produzir perante às normas, devem procurar a Emater ou o IMA, pois são órgãos aptos a orientar, cadastrar e fiscalizar para promover a oferta de um produto de qualidade e segurança alimentar ao consumidor”, disse o gerente da Emater, Gilberto de Freitas.

O concurso será realizado no dia 5 de setembro, às 15h, e estão inscritos oito produtores nessa edição. O júri será composto por pessoas que conhecem e trabalham com a iguaria, como professores, profissionais da vigilância sanitária, dentre outros. Os critérios utilizados na avaliação do júri são visuais, degustativos e físicos.

Para cada quilo de queijo, cerca de sete litros de leite são utilizados pelo produtor e um dos candidatos ao título, Dário Peixoto. Vindo de Araguari, ele fabrica mensalmente cerca de 600 queijos e fala dos benefícios da certificação da iguaria. “Produzo há cinco anos e obtive a certificação há um ano. A regularização ajudou bastante para comercializar e aumentar os rendimentos. Hoje vendo direto para o Ceasa de Uberlândia”, comentou.

 

Texto: Secom PMU

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