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Mulheres e seus infinitos papéis

Foto: Bruna Barcelos


Hoje o post é especial para elas, MULHERES. E não poderia deixar de pensar nas que me cercam. As mulheres modernas, as profissionais, as mães, tias, primas, amigas, avós, enfim, as batalhadoras: as Letícias, Fabianas, Camilas, Arethusas, Flávias, Sheylas, Marias da vida.

Ter etiqueta no mundo de hoje exige muito, afinal essas mulheres assumem diversos papéis em seu cotidiano. Certo dia ouvi de uma amiga que tinha acabado de ganhar um bebê: “Não dá pra ser tudo. Ou você é excelente profissional ou excelente esposa e mãe, você tem que escolher um papel”. Refletindo sobre essa frase, percebi o quanto esse momento é de mudança radical na vida de tantas mulheres.

Nos tempos antigos era difícil ser uma mulher independente, pois você era vista como despida de vaidade ou até mesmo taxada como uma mulher só para diversão. Até o século XIX, era vergonhoso para qualquer família uma mulher ir a um restaurante desacompanhada, ou até mesmo tomar uma iniciativa para que um relacionamento acontecesse.

Hoje não é assim que acontece. Dispomos de mais liberdade, porém, percebemos o quanto realmente é difícil para a mulher ser independente, tendo que equilibrar emoções, sentimentos, casa, filhos e trabalho. Porém, para não perder a elegância e mostrar que a mulher moderna pode ter todas essas qualidades, vamos a algumas dicas:

1- Agir sem preconceitos: em qualquer situação, pode, sim, assumir sua posição, entretanto, você deve também respeitar a opinião das outras pessoas que não pensam como você.

2- Pode e deve tomar iniciativa: em qualquer momento, seja ele profissional ou até mesmo pessoal. Na paquera, não pense que o homem vai te achar menos feminina por isso; claro, vá sempre com calma, mas devagar você vai conseguindo o que quer. O importante é ser original. Joguinhos de sedução. Ligar ou não ligar não combina com uma mulher elegante e decidida.

3- Educar os filhos para que eles se tornem pessoas respeitadoras: dinheiro, opção sexual, credo, raça. E isso será feito por meio do seu comportamento e das suas atitudes. Filhos são espelhos do comportamento dos pais.

4- Dividir a conta: por que não? Não resolvemos assumir a nossa independência? Então, direitos iguais, dividir é, sim, elegante. Costumo dizer que no primeiro encontro vale muito o homem tomar a iniciativa de pagar a conta, ainda mais se for um jantar romântico. Porém, depois, com a intimidade, vale dividir a conta.

5- Pode, sim, namorar pessoas mais novas que você: o auge do questionamento das mulheres modernas para mim é: “Bruna, tenho tantos anos, me apaixonei por uma pessoa tantos anos mais novo que eu. Isso é deselegante?”. Digo com toda certeza, o preconceito é da cabeça da própria pessoa que está envolvida. O elegante é ser feliz. E isso não tem idade.

6- No trabalho: agir como uma mulher, por mais alto que seja o seu nível hierárquico. Mantenha uma postura elegante e nunca queira “competir” por achar que vai perder espaço para um homem. Afinal, o que irá te manter no mercado de trabalho é sua competência, e não a altura do tom da sua voz.

Do que adianta conquistar a igualdade e a independência se ainda estamos presas a “regras” de etiqueta social desatualizadas? Então comece a se despir de preconceitos e aproveite a oportunidade de ser mulher no século XXI!

 

Texto: Bruna Barcelos
Consultora comportamental
www.brunabarcelos.com.br

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