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Os tempos mudaram, quanto nós mudamos?

Na sociedade atual em que vivemos, nem discutimos mais o papel da mulher ou do homem no mercado de trabalho.

Foto: Divulgação

Isso já é algo que existe e conseguimos evoluir no respeito e na compreensão de que as mulheres podem tanto ou mais (é verdade) que os homens.

Em todos os aspectos temos características, de um ou de outro, que se sobressaem e fazem com que possamos cada dia evoluir mais em nossa vida nesse planeta.

Esse formato imposto pela sociedade há alguns anos já evoluiu de tal forma que as famílias se adaptaram às condições atuais em que tanto pai quanto mãe trabalham fora e acabamos por contar com o apoio de outras pessoas, das nossas mães ou mesmo da escola, para nos amparar na criação dos nossos filhos.

E, no caso das mulheres, é bem possível que você viva essa situação e se desdobre a cada dia para ser profissional, esposa, mãe e mulher, não nessa ordem, e talvez muito mais, amiga, irmã, companheira, namorada; enfim, são várias as situações.

O fato é que evoluímos em termos sociais e profissionais e em muitos casos acabamos por deixar a criação dos nossos filhos de uma forma que não gostaríamos, ou que acabamos sentindo que poderíamos fazer um pouco mais.
O aprendizado que tivemos com os nossos pais, que geralmente é aquele que aplicamos com os nossos filhos, é relacionado ao fato de a mulher assumir uma maior posição no núcleo familiar.

É certo que isso vem mudando em muitos aspectos e que muitos Pais, se não dividem plenamente essa responsabilidade, pelo menos se esforçam, com isso no sentido de querer fazer algo que sequer aprenderam em algum momento.

É a falta de tempo, de dinheiro, o cansaço, são fatores que nos fazem diminuir essa atenção e até mesmo deixar de lado um pouco a relação que poderíamos ter com os nossos filhos.

Tenho a certeza de que nenhum Pai ou Mãe faz isso de forma consciente, falando que vai deixar de ficar em casa para assistir a um jogo ou algo do tipo, quando a presença dele é necessária para a criança.

A questão é que hoje temos ferramentas para evoluir também na relação com os nossos filhos, mesmo que seja num tempo menor, mas com maior qualidade. Ou até nos poucos momentos juntos conseguimos perceber sentimentos e emoções dos pequenos e assim contribuir com o crescimento pessoal deles.

Os tempos mudaram, isso é fato. Mas o quanto nós mudamos para nos adaptar a esse novo tempo?

Texto: Leonardo Veloso
Coach, KidCoach, Advanced PNL
Autor do Blog: www.depaiprapais.com.br

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