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Intervenção militar já

A classe política está pedindo intervenção militar, com suas práticas pouco republicanas

Foto: Pixabay

 

Intervenção militar já. A sociedade civil solicitou em 1964 a intervenção, depois lutou pela redemocratização. O primeiro presidente eleito foi Fernando Collor, que foi cassado. Seu vice, Itamar Franco, assumiu. Teve o mérito de implantar o Plano Real. Em seguida, Fernando Henrique Cardoso, que deu continuidade, mas adiou as reformas estruturais. Posteriormente, Lula, que foi agraciado com um boom econômico, mas adotou um plano de governo populista e ideológico, fazendo alianças com países de cunho ideológico ultrapassado.

Lula, no auge de sua popularidade, elegeu uma pessoa sem carisma, sem experiência política nem de gestão, Dilma Rousseff, a qual foi cassada. Surgiu a Lava Jato, operação que levantou o tapete onde a maioria dos líderes políticos escondia e continua a depositar suas sujeiras. A maior corrupção da história.

Neste momento, estamos com um índice alto de desemprego; produtos básicos aumentando, combustível e gás de cozinha; os principais sistemas não atendendo a população, como saúde, segurança e educação, em razão de má gestão e desvio de verbas; Estados brasileiros entrando em falência; presidente e Congresso sem credibilidade.

As redes sociais, hoje o principal veículo e o mais democrático, mostram os escândalos, políticos conspirando para se safar e um grupo insignificante de políticos protestando, alguns de forma oportunista. O pior: procurando enfraquecer a Lava Jato, operação que simboliza credibilidade e esperança para uma nação que há algum tempo estava e continua sem norte.

Quem está motivando a intervenção militar? É fácil responder: a atual classe política brasileira, que não tem honrado os seus mandatos, utilizando a coisa pública para benefício pessoal. Estamos caminhando para uma intervenção. Para evitá-la, um dos caminhos seria ter uma nova Constituinte, formada por não políticos; em seguida, eleições gerais livres, com regras abertas, candidatura avulsa e sem fundo partidário, com o compromisso de passar o País a limpo.

Podemos concluir: a classe política está pedindo intervenção militar, com suas práticas pouco republicanas. Se não repensarem muito suas atitudes, caminhamos para isso acontecer. Estamos fazendo uma enquete no nosso Facebook. Entre e se manifeste, é hora de todos saudarem a Bandeira Nacional e voltarem a cantar o hino nas escolas e nas instituições públicas.

Editorial – O JORNAL de Uberlândia

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4 comments

  1. DIA 08-10 É NO 36º BIM DE UBERLANDIA, AS 14:00 HS. COMPAREÇAM !!!…INTERVENÇÃO MILITAR ESTÁ NAS NOSSAS MÃOS !!! DIA 08-10 (DOMINGO) ESTEJAM NA FRENTE DO 36 BIM DA AV.ASPIRANTE MEGA, COM FAIXAS, BANDEIRAS E CARTAZES A FAVOR DA INTERVENÇÃO, SERÁ A PARTIR DAS 14:00 HS, NÃO SE OMITA….MOVIMENTO NACIONAL DE INTERVENÇÃO MILITAR ART.1 -TODO O PODER EMANA DO POVO.QUEREMOS FAXINA GERAL NOS 3 PODERES E MILITARES NO COMANDO POR TEMPO INDETERMINADO.PARTICIPE DA COMUNIDADE DO FACEBOOK “INTERVENÇÃO MILITAR UBERLANDIA” https://www.facebook.com/groups/1793117304351506/

  2. Fácil gritar pela Intervenção Militar. Difícil é ir contra a história desse pais. Não existe em lugar algum da historia ( desde a Proclamação da República) a alcunha de que houve intervenção militar porque o Brasil estava em pleno caos, crise e desemprego, falta de gestão ou qualquer outro motivo. A grande verdade é que aqui ninguém quer ser ” pai de filho feio” e as pessoas gritam pela intervenção seguidas do total desprezo dos militares.

  3. Mas que texto baixo e covarde. Um veículo de comunicação com esse tipo de opinião velada. Triste.

  4. “Constituinte” sem políticos? Talvez com o Ministério Público encabeçando, juízes ratificando e a policia implementando. Conhecemos essa história e sabemos como acaba. ” A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa.” ~Karl Marx

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