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E se a sua prisão for você? Liberte-se…

O ser humano, assim como qualquer outro animal, tem uma necessidade enorme de liberdade, inclusive tornando-a como um dos principais valores de vida de algumas pessoas.

Foto: Divulgação

O que percebemos é que estar livre ou ser livre é algo que para muitos é sinônimo de paz e tranquilidade e a cada dia mais e mais pessoas buscam essa experiência. Seja no trabalho, na vida pessoal ou profissional, a vontade de ir além e não se tornar refém de horários ou mesmo de outras pessoas é algo que vemos diariamente.

E será que essa liberdade é somente de horários e pessoas? O quanto somos livres de nós mesmos? Exatamente isso, o quanto nos conhecemos e nos libertamos das nossas próprias amarras, das nossas sombras e medos.

À medida que buscamos respostas a essas perguntas, nos voltamos para momentos de introspecção, autoconhecimento, autoconsciência, amor próprio, ou o que seja mais apropriado para você.

A questão é que nascemos, vivemos, morremos e sempre temos a impressão de poder voltar para casa em todos esses períodos da nossa vida. Mas o que é a expressão “voltar para casa”, senão o caminho de retorno para o verdadeiro “eu”?

É fácil perceber como usamos essa expressão em várias situações de dificuldades na nossa vida. É comum nos referirmos a esse retorno ao lar como se fosse algo físico, o que efetivamente acontece em alguns momentos.

Entretanto, perceba que em todas essas situações, além da volta física para algum lugar ou uma pessoa, há sempre a busca por um encontro com aquele “eu” que já não era mais o mesmo ou que havia mudado em decorrência da rotina, da sociedade, por outra pessoa, enfim, seja qual for o motivo, não se sentia plenamente realizado.

E quando a “volta para casa” atinge realmente um momento de maior reflexão e espiritualidade é possível que você possa se reconectar com o seu verdadeiro “eu”, a sua essência, aquele lugar onde você encontra paz e segurança.

Você pode estar perdido e precisa continuar até achar o caminho para a descoberta do seu verdadeiro “eu” e assim encontrar as forças necessárias para crescer e se desenvolver ainda mais, tornando-se aquela pessoa que sempre sonhou.

Essa expressão demonstra um renascimento, uma profunda reflexão, um porto seguro que temos e que buscamos representar por meio de um local, a presença de uma pessoa, ou até mesmo uma cidade. Mas nada mais é do que a forma física que utilizamos para simbolizar um lugar em que nos sentimos preparados para estar com nós mesmos.

Esse retorno acontece em alguns momentos da nossa vida e precisamos estar atentos para estabelecer essa conexão e continuar vivendo plenamente de acordo com os nossos valores.

A partir do momento em que abrimos mão desse momento de reflexão, estamos nos distanciando de quem realmente somos, das nossas realizações e sonhos e, assim, deixando de viver a nossa vida.

Dessa forma nos mantemos presos dentro de nós mesmos. Encarcerados em nossos medos, sombras e crenças.

Independentemente da religião de cada um, cada segundo que passamos é o momento que temos, o presente de Deus que cada um ganhou e precisa desfrutar de acordo com os seus princípios e valores.

Não jogue esse presente fora e saiba que sempre poderá voltar para casa

E como diria Jason Mraz: “Just know, wherever you go… You can always come home” (Apenas tenha certeza de que onde quer que vá… Você sempre poderá voltar para casa).

 

Texto: Leonardo Veloso
Coach, KidCoach, Advanced PNL
Autor do Blog: www.depaiprapais.com.br

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