Destaque Estilo de Vida Expresso

Círculo Sagrado: Homens e Mulheres em UNIÃO!

Uma jornada da mente ao coração, despertando a energia do Ser através do corpo!!!

Foto: Divulgação Guia Livre

O Círculo Sagrado com Método MBE – Uma jornada da mente ao coração, através do corpo, com Fábio Manzoli e Erik Shigaru, está chegando em Uberlândia e Uberaba nos dias 14 e 15 de novembro!🤗

E o Guia Livre Ser convida todxs os homens, todxs as mulheres, todxs as trans, as gays, as bi, as cis, as pans, sejam brancxs, negrxs, amarelxs, ateus, cristãos, judeus ou o que for para vivermos juntxs essa experiência!!!

Queremos reunir todxs os irmãxs em roda para consagrar e harmonizar as energias do Masculino e Feminino interior de cada um!!

O que ouvimos muito???

É menino ou menina? Homem ou mulher? Gay ou Hétero???

É HUMANO!!!!

O mundo parece se dividir em rosa e azul e as expectativas para o futuro da pessoa parece ser determinado pela genitália que ela possui.

Foto: Divulgação Guia Livre

Oh my God!!!!!

Precisamos para com isso! Afinal, porque o órgão genital tem tanta influência para a vida de um ser humano!?!

Ué, todos não são seres humanos? Com capacidades cognitivas iguais? Com múltiplas inteligências e habilidades como utilizar o raciocínio dedutivo, fazer cálculos, empregar as palavras de maneira oral ou escrita, amar, dançar, cantar, pintar, tocar, expressar ideias e sentimentos, perceber e interpretar imagens, criar coisas…cuidar de si e do próximo?

Foto: Divulgação Guia Livre

Toda vez que estereotipamos alguém estamos minando as suas possibilidades e o seu potencial de desenvolvimento, estamos sabotando a oportunidade daquela pessoa se expressar verdadeiramente, e isso só gera sofrimentos e malefícios.

Fábio Manzoli fala mais sobre o trabalho que vem realizando em várias cidades do Brasil:

“Queremos acabar com a guerra entre os sexos, dissolver a raiva entre os gêneros, fazendo-nos entender, homens e mulheres, que enquanto permanecermos presos num jogo de acusações, viveremos em guerra.”

Foto: Divulgação Guia Livre

“Falando como e dos homens, sinto que o fato de termos, boa parte de nós, sofrido abusados sexualmente, incoscientemente queremos nos vingar. Basta olhar pra sua fantasia sexual, se existe agressividade, existe alguma coisa pra ser curada. E existe o livre arbítrio também, podemos passar a vida sorrindo e fingindo que esta tudo bem, ou chamar a responsabilidade para curarmos nossas dores.” 

A proposta dessa vivência envolve a desconstrução das crenças e comportamentos patriarcais que afetam homens e mulheres. E as máscaras que usamos socialmente na busca de sermos amados. Vamos esquecemos que somos a própria manifestação do divino amor, ou de Deus, ou do Poder Criativo Divino.

Foto: Divulgação Guia Livre

Em nossas práticas temos uma mistura de processos para elevação de nossa energia vital (meditações ativas, praticas com respiração intensa, deeksha, mantras e etc) e dinâmicas e partilhas com a proposta de integrarmos o que foi renegado, aprofundarmos nossas relações amorosas, o que somente é possível se nos aprofundarmos em nós mesmos.

O que embasa e inspira os instrutores deste trabalho são especialmente Cartas de Cristo e Amar e Ser Livre, e também pathwork, física quântica/theta healing, deeksha, e muita respiração e didgeridoo e meditações ativas.

Além das práticas pra elevação de energia, tem dinâmicas e partilhas, onde eles contam de seus processos, da desconstrução sexual, da infância, e é aberto pra quem sentir também de compartilhar alguma coisa.

Foto: Divulgação Guia Livre

Nesse momento percebemos que estamos todos sofrendo questões parecidas em silêncio e com medo de se abrir e ser rejeitado pelo outro.

Os resultados deste trabalho tem sido uma cura no sentido do homem olhar a mulher de uma forma mais sagrada e menos objetificada. A mulher perceber que por trás da armadura, existe muita dor dentro do homem.

Foto: Divulgação Guia Livre

A raiva que a mulher sente do homem (no inconsciente coletivo) pelo histórico de agressão, da um ou uns passos no sentido de virar compaixão e amor.

E a raiva inconsciente que o homem sente da mulher, pelo fato de renegar o feminino interno (com receio de colocar sua masculinidade em cheque) e projetar isso no feminino externo, a mulher e a mãe natureza, também caminha pra um olhar mais amoroso.

É a cura através da percepção que estamos todos no mesmo barco, sofrendo dores parecidas, e essa guerra não faz sentido.

Foto: Divulgação Guia Livre

Já fazem alguns bons anos que estamos vivendo tempos de expansões, um tempo em que a perspectiva do EU muda para a do TODO. Um tempo em que a Mãe Terra, passa por um ciclo cósmico, que marca o reconhecimento de todos os indivíduos. É chegado o momento para cultivar todas as qualidades femininas e masculinas, o quanto mais pudermos, valorizando todxs do mesmo modo. Ressentimentos, discórdias e competições estão sendo, aos poucos, dissolvidos no grande e inacabável Amor Universal.

O entendimento de que não somos homens e mulheres, mas sim que somos espíritos e ESTAMOS homens e mulheres, e que todos já passamos por ambas as experiências corpóreas vem crescendo e se direcionando, cada vez mais, para a certeza do UNO, de que estamos todos interligados, de que somos todos UM TODO, movente e em consonância.

Sobre os CONDUTORES:

Foto: Divulgação Guia Livre

Fabio Manzoli cria seu caminho como terapeuta enquanto percorre sua jornada como buscador de si mesmo.

Depois de 12 anos trabalhando no mundo corporativo, Fabio passou por diversos trabalhos internos que o fizeram encontrar uma vida com mais sentido, mais sentir, mais consciência – que ressignificaram as sensações de inadequação, sua sexualidade, o vazio existencial, as constantes crises de ansiedade, raiva e desequilíbrio emocional que regiam suas relações.

Um terapeuta que tem como sua maior medicina o compartilhamento de sua própria história de desconstrução e reconstrução. Um homem que carrega em si a sensibilidade na identificação de padrões mentais/comportamentais e o potencial de abrir espaços sagrados de confiança, irmandade, respeito e compartilhar genuíno entre homens.

Um condutor que guia a lugares internos de revelação; de suas sombras, vergonhas, culpa e rigidez- com a maestria da compaixão, do acolhimento, da empatia, do não julgamento; com intensidade e profundidade, porém mantendo a simplicidade e leveza características de suas manifestações.

Fabio traz para as suas vivências, ferramentas como o Rebirthing, Deeksha, Meditações Sonoras, dinâmicas de Psicoterapia Corporal, o estudo do Pathwork.

Erik Alvarenga Shigaru cria seu caminho como terapeuta enquanto percorre sua jornada como buscador de si mesmo.

Envolvido com desenvolvimento humano desde a infância como estudante de arte marcial e meditação e depois de 10 anos trabalhando no mundo jurídico e corporativo, Erik resolveu intensificar e assumir profissionalmente este caminho passando por diversos trabalhos internos que o fizeram encontrar uma vida com mais sentido, mais sentir, mais consciência – que ressignificaram as sensações de inadequação, o vazio existencial, os constantes recomeços, os choques emocionais que o faziam buscar caminhos extremos.

Se tornou terapeuta após várias formações holisticas, é Master Coach, pos graduado em Gestão integral (coaching, liderança e Consultoria) Practioner PNL, Terapeuta Emocional, certificado em Chi Kung, Shiatsu, EFT e Reiki. Faixa preta de Wing Chun Kung Fu, instrutor de Kali – Arte Marcial Filipina, com mais de 25 anos de experiência em diversas artes marciais, e estudioso de várias linhas de meditação e respiração, além de várias linhas de xamanismo e terapias naturais. Vem desenvolvendo o método MBE (Mind Body Energy) nos últimos 4 anos.

Um terapeuta que usa o compartilhamento de sua própria história de desconstrução e reconstrução como raport. Um homem que carrega em si a sensibilidade na identificação de padrões mentais/comportamentais e o potencial de abrir espaços sagrados de confiança, irmandade, respeito e compartilhar genuíno entre homens e mulheres.
Um condutor que guia a lugares internos de revelação; de suas sombras, vergonhas, culpa e rigidez- com a maestria da compaixão, do acolhimento, da empatia, do não julgamento; com intensidade e profundidade, porém mantendo a simplicidade e leveza características de suas manifestações.

Erik traz para as suas vivências, o seu Método MBE (Mind Body Energy) uma jornada da Mente ao coração, com ferramentas como meditação ativa e passiva de várias linhas, práticas físicas e confrontações mentais, que apoiam na liberação emocional, Re-birthing, Meditações com tambor, dinâmicas de bioenergética Corporal, Kung Fu e Chi Kung.

Venha participar conosco 🙂 Esse circulo de cura vai acontecer nas cidades de Uberlândia, Uberaba  e Ribeirão Preto no mês de NOVEMBRO!

Foto: Divulgação Guia Livre

Compartilhe com os amigxs ❤ –

Quando: 14 de novembro de 2017 – das 19h às 23h
Onde: Uberaba, Espaço Zen

Foto: Divulgação Guia Livre

Quando: 15 de novembro de 2017 – das 19h às 23h
Onde: Uberlândia, Chandra Centro de Yoga Terapia

“Olhe para trás e nada mudará.
Olhe para frente e nada mudará.
Olhe para si. Tudo mudará.”

Infos e inscrições:
Erik Shigaru
Whats: (31) 99211-2588
Fabio Manzoli
Whats: (48) 9150-1030

Mais informações no Guia Livre Ser em todos os nossos canais e no evento no face!

INSCRIÇÕES PELO LINK:

Uberlândia: https://goo.gl/2nBrPP

Uberaba: https://goo.gl/c9psoU

Relato pessoal Fábio Manzoli:

“Eu ja senti atração por homem. Estou heterossexual neste momento, mas uma vez na vida, ha 15 anos, senti atração por um homem. E me masturbei. Por que eu falo isso? Porque anteontem, em mais um trabalho de desconstrução de machismo, esse tema veio à tona, e de novo, metade dos homens, todos heterossexuais, relataram que já sentiram atração por homem em algum momento nesta vida. Eu vim aqui entre outras coisas pra quebrar os tabus que deixam nossa vida doente. Carreguei esse peso de ter sentido atração por homem por 15 anos em silencio, porque existia preconceito dentro de mim contra os homens com orientação homossexual. E especialmente pelo medo do que meus pais, minha mãe, amigos da faculdade … iriam pensar.

Só que eu sei que tem muito homem me lendo aqui que também esta heterossexual e já sentiu atração por homem. E não precisa admitir isso em publico, não precisa se expor, eu sei que só o fato de eu estar abrindo isso vai trazer leveza pra outros homens, pra que comecem a entender que isso é comum. O patriarcado é uma doença, nascemos num mundo que faz o homem guardar tudo dentro de si, e viramos bombas relógio. Não me coloco como vitima, e nem outros homens. Só trago de novo essa consciência porque eu nasci num mundo que me fez engolir lagrimas e sentimentos e ressentimentos porque falar de sentimento não é coisa de homem. E se eu estou homem hoje, com certeza já estive mulher em outras encarnações. Se você esta mulher hoje, você já esteve homem em outra vida. O patriarcado esta em vigência ha milhares de anos. Construímos essa merda juntos, e é juntos que podemos desconstruir isso. Pra que possamos viver numa sociedade harmônica. Eu estou cansado de ouvir relatos de mulheres que foram estupradas, no ultimo trabalho acho que metade ou mais das mulheres relataram histórico de abuso sexual, na infância, na vida adulta, daquelas histórias que a gente prefere achar que só acontece nas novelas, só que as novelas são um retrato da nossa própria vida.

O caminho pra uma sociedade harmônica envolve essa cura, a mulher perdoar o homem, o homem curar seu feminino, e juntos e de mãos dadas, caminharmos pra Nova Era.”

Depoimento de uma amiga do RJ:

“Hoje cinco homens desnudaram-se, vestidos, diante de mim. Notei, pela primeira vez, que via homens nus, verdadeiramente expostos e vulneráveis. Homens dispostos a começar a rasgar as vestimentas sistemática e violentamente costuradas a suas identidades. Sinto tristeza ao admitir que, na minha história, a disfunção do(s) referencial(is) masculino(s) me fez ter muita dificuldade de admirar, do fundo da minha alma, um homem. Em 27 anos de vida, essa foi a primeira vez que, de maneira consciente, senti uma profunda e real admiração por homens na expressão do seu masculino. Foi a primeira vez que entrei em contato com a força e a coragem do masculino, sem sentir-me ameaçada na beleza da força e coragem do meu feminino. Essa força que anda lado a lado à vulnerabilidade sincera – sem a qual é mera ilusão. Essa coragem que só pode existir ante à admissão consciente do medo – que habita também o coração do homem. A força e a coragem de admitir-se falho, de olhar com vergonha (porque tudo bem sentir vergonha) as suas próprias sombras, como também os traumas mais marcantes, de sentir-se emotivo, e, enfim, de permitir-se, com medo (porque tudo bem sentir medo) as falsas estruturas desabarem para reconstruir um novo ser-no-mundo. Foi na viabilização de um espaço, em que há escuta e fala, sem julgamento – um espaço em que há genuína vontade de ver, escutar, sentir o outro e a sua dor, a sua dificuldade, o seu processo -, que pude ver uma mágica acontecer: o sagrado masculino ajudando a curar uma parte importante do meu feminino, mas não sem o meu feminino ferido ajudar a curar as máculas de um masculino adoecido. Hoje eu senti, pela primeira vez, o poder de cura da união consciente entre a força feminina e masculina. E, ouso dizer, está no rol das experiências mais bonitas que já vivi. Sinto que esse foi apenas um rápido vislumbre do que pode ser. E gostaria de convidar, todo homem, toda mulher, todo ser no mundo, a experimentar a potência dessa troca, de explorar um espaço de escuta e aceitação onde há lugar para a sombra de todos poder ser vista e, assim, transformada, um espaço em que a energia que convencionamos chamar de feminina e masculina (ambas presentes dentro de nós), possam existir de maneira fluida e harmônica, movimentando todo o universo que habita dentro e  fora de todos nós.

 

Texto: Guia Livre Ser

Notícias relacionadas