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Investigações da PC revelam que acusada pela morte da grávida agiu sozinha

A.R.F. vai responder por homicídio qualificado, aborto sem consentimento da gestante e ocultação de cadáver

Foto: Leonardo Leal

Em coletiva de imprensa, o delegado de homicídios da Polícia Civil de Uberlândia, Rafael Herrera, revelou novas informações sobre o assassinato da grávida de 18 anos, que teve o bebê retirado da barriga, ocorrido na tarde de terça-feira (05). De acordo com as investigações, A.R.F agiu sozinha e a PC descartou a participação do companheiro da mesma no crime por falta de evidências.

Herrera ressaltou que a acusada, de 37 anos, mudou a versão do depoimento por mais de quatro vezes, mas a Polícia Civil trabalha com a primeira versão, na qual A.R.F. afirma que agiu sozinha. “Toda hora ela muda a versão, e as primeiras versões faziam sentido com a cena, a gente confrontou isso com os policiais militares que estiveram no local e com a perícia”, afirmou.

Foto: Leonardo Leal

Entre as novas informações reveladas pela polícia, está que a vítima morreu por hemorragia aguda e a acusada não estrangulou a vítima. Conforme apurou a perícia, o exame de necropsia mostrou que o osso do pescoço não havia sofrido qualquer tipo de lesão ou rompimento.
A.R.F. vai responder por homicídio qualificado, aborto sem consentimento da gestante e ocultação de cadáver. A motivação do crime, segundo o delegado foi um amor doentio que a acusada tinha pelo companheiro. A Polícia Civil também apurou que eles haviam se separado e não moravam juntos há mais de duas semanas. “Por ora, a gente acredita que ela envolveu ele dentro de um amor doentio, ela estava fazendo de tudo pra não perder a companhia dele, por quem ela era apaixonada, e inventou esse golpe da barriga”, disse Herrera.
O companheiro de A.R.F. foi liberado pela Polícia Civil. A polícia segue nas investigações e tem o prazo de dez dias para encerrar o inquérito.

Texto: Redação

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