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ENGIE assume operação das usinas de Miranda e Jaguara a partir do dia 29

Até o próximo dia 28, a operação das duas usinas será compartilhada com a Cemig

Foto: Pixabay

No último dia 10, a ENGIE e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) formalizaram a transferência da gestão das usinas hidrelétricas Jaguara (424 MW) e Miranda (408 MW), arrematadas no mês de setembro em leilão por R$ 3,5 bilhões. Até o próximo dia 28, a operação das duas usinas será compartilhada com a Cemig e a partir do dia 29, a ENGIE assume a operação e manutenção total das duas hidrelétricas.

De acordo o gerente de transição da ENGIE, José C. Borgmann, para o consumidor final a mudança na gestão não trará mudanças, já que a energia gerada pelas usinas da ENGIE é entregue ao Sistema Interligado Nacional por meio de empresas de transmissão e distribuição. “É importante ressaltar que o preço da energia não tem relação alguma com a ENGIE.  O que podemos garantir é que vamos dar continuidade na excelência operacional das duas usinas”, comenta.

Por sua vez, o gerente da Regional Minas Gerais da ENGIE Brasil Energia, Rogério Suematsu, destaca a inserção da empresa na região. “Queremos ser parceiros do desenvolvimento sustentável das comunidades vizinhas, que já estão nos recebendo da melhor maneira”. A aquisição dessas duas usinas representa aumento de capacidade instalada em energia renovável de base hidrelétrica, que é o forte da ENGIE no Brasil e, portanto, em linha com a estratégia de crescimento sustentável da empresa. “Minas Gerais é um estado importante para o Brasil e onde a ENGIE já está presente com suas empresas de Serviços de Energia e de Engenharia”, finaliza Suematsu.

 

Sobre a ENGIE

A ENGIE está comprometida com um crescimento sustentável a fim de enfrentar os grandes desafios da transição energética na direção de um mundo mais descarbonizado, descentralizado e digitalizado. O Grupo tem por objetivo tornar-se o líder desse novo mundo da energia ao focar em três atividades-chave para o futuro: baixa produção de carbono, especialmente a partir do gás natural e energias renováveis, infraestruturas energéticas e soluções eficientes adaptadas para as necessidades de todos os seus clientes (pessoas, empresas, regiões, etc.). A satisfação dos clientes, a inovação e as soluções digitais são os princípios orientadores do desenvolvimento da ENGIE.

Presente em cerca de 70 países, a ENGIE conta com 150.000 colaboradores em todo o mundo e obteve receitas de 66,6 bilhões em 2016. Cotado nas bolsas de Paris e Bruxelas (ENGI), o Grupo está representado nos principais índices financeiros (CAC 40, BEL 20, DJ Euro Stoxx 50, Euronext 100, FTSE Eurotop 100, MSCI Europe) e não financeiros (DJSI World, DJSI Europe e Euronext Vigeo Eiris – World120, Eurozone 120, Europe 120, France 20, CAC 40 Governance).

 

Sobre a ENGIE Brasil 

No Brasil, a ENGIE é a maior produtora privada de energia elétrica no País, operando uma capacidade instalada de 11.059 MW em 31 usinas em todo o Brasil, o que representa cerca de 6% da capacidade do País. O Grupo possui 90%de sua capacidade instalada no Brasil proveniente de fontes limpas, renováveis e com baixas emissões de gases de efeito estufa, posição que tem sido reforçada pela construção de novas eólicas no Nordeste e por uma das maiores hidrelétricas do País, Jirau (3.750 MW), localizada no rio Madeira e que foi inaugurada em dezembro de 2016.

O Grupo também atua na área geração solar distribuída e oferece serviços relacionados à energia, engenharia e integração de sistemas, atuando no desenvolvimento de sistemas de telecomunicação e segurança, iluminação pública e mobilidade urbana para cidades inteligentes, infraestruturas e a indústria de óleo e gás. Contando com 2.100 colaboradores, a ENGIE teve no Brasil em 2016 um faturamento de R$ 6 bilhões.

 

Texto: Ares Comunicação

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